Saturday, January 31, 2004
sexo s.m. 1 condição orgânica que distingue o macho da fêmea 2 o conjunto dos órgãos reprodutores
como esse blog não visa atingir o público virgem, acredito que todos vocês saibam o que é sexo. ponto.
como esse blog não visa atingir o público virgem, acredito que todos vocês saibam o que é sexo. ponto.
eu sou inteligente demais pra permanecer alegre o tempo todo.
eu só sei de uma coisa: nem fodendo eu vou me contentar com happy hour, cerveja, meia porção de salaminho, um marido, filhos, estrias, amigas pra trocar receitas de doces diet, aparelhos de ginástica da tv, novela da globo, almoços de domingo, parentes e bibelôs de 1,99 expostos na estante com a fotografia de quando eu tinha dois anos, pelada.
e enquanto a toska continua com as definições accs, eu vou ali, fazer xixi.
7 horas, no mínimo.
eu só sei de uma coisa: nem fodendo eu vou me contentar com happy hour, cerveja, meia porção de salaminho, um marido, filhos, estrias, amigas pra trocar receitas de doces diet, aparelhos de ginástica da tv, novela da globo, almoços de domingo, parentes e bibelôs de 1,99 expostos na estante com a fotografia de quando eu tinha dois anos, pelada.
e enquanto a toska continua com as definições accs, eu vou ali, fazer xixi.
7 horas, no mínimo.
com.pre.en.são s.f. 1 percepção, entendimento 2 domínio intelectual de um assunto 3 complacência, indulgência
quando eu falo em compreensão lembro daqueles macaquinhos. aqueles três, um com a mão nos olhos, outro tapando as orelhas e um outro a boca. não sei se aquilo que o macaco tem é mão ou é pata, mas acho que vocês entendem. compreensão da idéia, sabe? mas a relação entre os macaquinhos e minha idéia de compreensão é exatamente o oposto. enquanto os macaquinhos fecham, uma pessoa que compreende a outra está sempre de ouvidos abertos, olhos atentos e sabe o que, quando e como falar alguma coisa.
mas como o mundo é moderno, a vida é digital e o universo virtual, compreensão também rola no telefone e numa janelinha de msn. mas só de madrugada.
é, isso aí. olhos, ouvidos e boca. e compreensão.
quando eu falo em compreensão lembro daqueles macaquinhos. aqueles três, um com a mão nos olhos, outro tapando as orelhas e um outro a boca. não sei se aquilo que o macaco tem é mão ou é pata, mas acho que vocês entendem. compreensão da idéia, sabe? mas a relação entre os macaquinhos e minha idéia de compreensão é exatamente o oposto. enquanto os macaquinhos fecham, uma pessoa que compreende a outra está sempre de ouvidos abertos, olhos atentos e sabe o que, quando e como falar alguma coisa.
mas como o mundo é moderno, a vida é digital e o universo virtual, compreensão também rola no telefone e numa janelinha de msn. mas só de madrugada.
é, isso aí. olhos, ouvidos e boca. e compreensão.
Thursday, January 29, 2004
ca.ri.nho s.m. 1 manifestação de apreço; desvelo 2 carícia
ca.rí.cia s.f. 1 carinho; afago
eu achei que descrever amor fosse uma coisa difícil, mas descrever carinho é ainda pior. tive um professor no segundo grau que dizia que uma pessoa não faz carinho na outra, porque carinho vem de cara e quem tem cara é bicho, cavalo, cachorro, e etceteras. e daí um dia desses me ensinaram na faculdade que existem as normas certas, e as coisas que não seguem essas normas também.
deixando de lado a faculdade, as normas, os cachorros, os cavalos e o professor, eu diria que carinho é aquele negócio que as vezes alguém faz em você, um cafuné e tal. e não me peçam maiores explicações porque eu estou há dois dias tentando escrever esse texto.
AH!
ca.rí.cia s.f. 1 carinho; afago
eu achei que descrever amor fosse uma coisa difícil, mas descrever carinho é ainda pior. tive um professor no segundo grau que dizia que uma pessoa não faz carinho na outra, porque carinho vem de cara e quem tem cara é bicho, cavalo, cachorro, e etceteras. e daí um dia desses me ensinaram na faculdade que existem as normas certas, e as coisas que não seguem essas normas também.
deixando de lado a faculdade, as normas, os cachorros, os cavalos e o professor, eu diria que carinho é aquele negócio que as vezes alguém faz em você, um cafuné e tal. e não me peçam maiores explicações porque eu estou há dois dias tentando escrever esse texto.
AH!
Tuesday, January 27, 2004
pra não dizer que não falei das rosas.
então. vamos nos limitar ao essencial, kids: sazon é o caralho. caralho não é amor, é sexo. sexo é com camisinha e pode ser com ou sem amor. amor é algo aí que eu não sei direito, mas dizem que é bom.
+
tá, vai. vamos tratar de opiniões.
amor, pra mim é um extremo. sei lá, algo tão incrível que não deveria estar sujeito a opiniões cretinas como essa que eu faço. é. EXTREMO.
o que me leva a crer que eu nunca amei.
eu amo papai, eu amo mamãe. eu amo meus amigos. eu amo aqueles que vão levar um monte de lágrimas minhas quando partirem e com quem não vou fazer separação de bens. amo mesmo.
mas falando do amor entre macho e fêmea, eu posso dizer que não amei (quando digo amor aqui, falo do extremo) os que disseram umas coisas românticas pra mim, passaram a mão na minha bunda e sentaram no sofá lá de casa no domingo a tarde.
sim, eles tiveram (e têm) grande significado na minha vida. de certa forma, os amei. mas eu não amei. entende? nunca foi extremo.
a dor dos finais, sim, são extremas. mas isso não significa que era amor. acabou.
então. vamos nos limitar ao essencial, kids: sazon é o caralho. caralho não é amor, é sexo. sexo é com camisinha e pode ser com ou sem amor. amor é algo aí que eu não sei direito, mas dizem que é bom.
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tá, vai. vamos tratar de opiniões.
amor, pra mim é um extremo. sei lá, algo tão incrível que não deveria estar sujeito a opiniões cretinas como essa que eu faço. é. EXTREMO.
o que me leva a crer que eu nunca amei.
eu amo papai, eu amo mamãe. eu amo meus amigos. eu amo aqueles que vão levar um monte de lágrimas minhas quando partirem e com quem não vou fazer separação de bens. amo mesmo.
mas falando do amor entre macho e fêmea, eu posso dizer que não amei (quando digo amor aqui, falo do extremo) os que disseram umas coisas românticas pra mim, passaram a mão na minha bunda e sentaram no sofá lá de casa no domingo a tarde.
sim, eles tiveram (e têm) grande significado na minha vida. de certa forma, os amei. mas eu não amei. entende? nunca foi extremo.
a dor dos finais, sim, são extremas. mas isso não significa que era amor. acabou.
amor s.m. 1 afeto profundo 2 apego 3 zelo 4 o ser amado
(eu ia usar esses significados do dicionário pra fazer o texto, mas desisti. parecem mais as definições de egoísmo, mas tudo bem.)
se eu vou falar de amor em todos os textos, eu preciso tentar explicar pra vocês o que ele é pra mim, certo? certo. é, certo. então. amor, na minha concepção, é aquele negócio que a mocinha sente quando o príncipe aparece pra salvá-la. e aquele frio na espinha quando você olha pra alguém especial. e aquilo que a gente espera encontrar a vida toda e, depois que encontra, acho que a procura terminou. pois bem, quanta magia, não?
eu, adepta do mundo captalista, gostaria de entrar aqui e escrever que o amor é um pote de creme para cabelos ressecados que vende ali no mercado. ou então que é recheio de pastel ― e não me venha com essa papo de sazon ― vendido na rodoviária. mas não. não tem pra vender. amor a gente acha por aí, quando tropeça no meio fio e esbarra no vizinho de 1,80, olhos verdes e ombros largos. pra melhorar, dois dias depois você descobre que ele é noivo há 7 anos e vai casar na semana que vem. e daí o amor vira ódio.
mas então, voltemos ao amor. amor pode ser aquilo que a sua mãe diz que sente pelo seu pai, mas que você chega a duvidar de vez em quando. ou aquele negócio que você vê um monte de gente dizer que sente pelo namorado de uma semana por aí. eu acho, sinceramente e sem querer ser piegas em excesso, que amor é um negócio sensacional, que é único, só que várias vezes. um vai, outro vem, e você sempre vai acreditar que o último é o maior de todos.
concluindo depois de falar um monte de nada, amor é legal, mas sem carinho, compreensão e sexo, é tão divertido quanto aquele apego que você sente pela sua coleção de figurinhas e/ou papel de cartas.
(eu ia usar esses significados do dicionário pra fazer o texto, mas desisti. parecem mais as definições de egoísmo, mas tudo bem.)
se eu vou falar de amor em todos os textos, eu preciso tentar explicar pra vocês o que ele é pra mim, certo? certo. é, certo. então. amor, na minha concepção, é aquele negócio que a mocinha sente quando o príncipe aparece pra salvá-la. e aquele frio na espinha quando você olha pra alguém especial. e aquilo que a gente espera encontrar a vida toda e, depois que encontra, acho que a procura terminou. pois bem, quanta magia, não?
eu, adepta do mundo captalista, gostaria de entrar aqui e escrever que o amor é um pote de creme para cabelos ressecados que vende ali no mercado. ou então que é recheio de pastel ― e não me venha com essa papo de sazon ― vendido na rodoviária. mas não. não tem pra vender. amor a gente acha por aí, quando tropeça no meio fio e esbarra no vizinho de 1,80, olhos verdes e ombros largos. pra melhorar, dois dias depois você descobre que ele é noivo há 7 anos e vai casar na semana que vem. e daí o amor vira ódio.
mas então, voltemos ao amor. amor pode ser aquilo que a sua mãe diz que sente pelo seu pai, mas que você chega a duvidar de vez em quando. ou aquele negócio que você vê um monte de gente dizer que sente pelo namorado de uma semana por aí. eu acho, sinceramente e sem querer ser piegas em excesso, que amor é um negócio sensacional, que é único, só que várias vezes. um vai, outro vem, e você sempre vai acreditar que o último é o maior de todos.
concluindo depois de falar um monte de nada, amor é legal, mas sem carinho, compreensão e sexo, é tão divertido quanto aquele apego que você sente pela sua coleção de figurinhas e/ou papel de cartas.
eu ia começar a contar minhas historinhas. mas antes de qualquer coisa, vêm as premiliminares. (pensaram que ia ser introdução, né? rá!) e como preliminares da nossa conversa, eu vou conversar com meus botões sobre cada uma das componentes da sigla que dá nome a esse blog.
let's start the game. =)
let's start the game. =)
Monday, January 26, 2004
e talvez fosse a hora: príncipe, cavalo branco, aquela calça de malha apertadinha, aquele chapéu com uma pena do tamanho de um avestruz. a cena não era bem essa, mas o que importa foi o que eu imaginava que ela era. se eu fechasse os olhos, talvez visse uns passarinhos nas copas das árvores. mata atlântica, como você diria. e um arco-íris bem brega lá no fundo. e eu não vou continuar a descrever a cena antes que eu comece a ver anões e um pote de ouro no fim do rainbow.
a idéia inicial era de que você desceria do cavalo, me levantaria em seus braços e me colocaria lá em cima. aí a gente ia embora, casar. seu castelo, sabe?
mas o que aconteceu não foi bem isso. o cavalo não tinha nada de branco, a cena não era nada bonita e seus modos não eram nada de um descendete da realeza dos confins de lugar algum.
partes dessa história depois. uma tentativa, entre muitas, de conseguir o accs. fracassada, como podem ver.
a idéia inicial era de que você desceria do cavalo, me levantaria em seus braços e me colocaria lá em cima. aí a gente ia embora, casar. seu castelo, sabe?
mas o que aconteceu não foi bem isso. o cavalo não tinha nada de branco, a cena não era nada bonita e seus modos não eram nada de um descendete da realeza dos confins de lugar algum.
partes dessa história depois. uma tentativa, entre muitas, de conseguir o accs. fracassada, como podem ver.
Saturday, January 24, 2004
e não dá vontade de ver a cara de ninguém.
e de ninguém mesmo. então se aluga vinte filmes, se desliga o telefone, se pega o cobertor e boa noite pra vc tb.
e é bom que tenha um post amanhã no meu blog.
abusada sim, obrigada.
e de ninguém mesmo. então se aluga vinte filmes, se desliga o telefone, se pega o cobertor e boa noite pra vc tb.
e é bom que tenha um post amanhã no meu blog.
abusada sim, obrigada.
accs são coisas bem-vindas.
os bombons você pode comer e as flores você pode enfiar no... enfim. lá.
os bombons você pode comer e as flores você pode enfiar no... enfim. lá.
Friday, January 23, 2004
menstruada.
menstruada, mal-humorada, ada, ada.
banho. preciso de um banho.
e quanto a vc, toska, vá fritar ricota.
menstruada, mal-humorada, ada, ada.
banho. preciso de um banho.
e quanto a vc, toska, vá fritar ricota.
Thursday, January 22, 2004
sono. 4:03. fui.
burn, malditos.

